quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Desfecho do Crime - Justiça impõe condenação por 33 anos a um dos envolvidos no acidente que matou Nicolly Amaral em Salto de Pirapora

    Juíza Thaís Galvão puniu Luan Freitas de Souza Araújo, 27 anos, com 33 anos, 1 mês e 18 dias, em regime inicial fechado, ele é um dos responsáveis pelo acidente que matou a adolescente Nicolly Caroline de Souza Amaral, 13 anos. 

    O fato ocorreu no início de fevereiro de 2016, quando um Honda Civic acompanhado por equipes de segurança pública colidiu na lateral de um Tucson na rodovia SP 264, em frente ao Condomínio Terras de São Francisco, em Salto de Pirapora. 

    O Honda Cívic era ocupado por dois indivíduos, um deles Luan Freitas de Souza Araújo. A magistrada entendeu que Luan cometeu dois assaltos, receptação e corrupção de menor (artigos 157 e 180 do Código Penal e artigo 244-B do Estatuto da Criança e do Adolescente); todos os delitos convenceram a juíza impôr condenação ao Luan no dia 04 de novembro deste ano.

          Relembre a dinâmica do caso

Luan Freitas
    Três indivíduos num automóvel Uno de cor vermelho, placa de Itapeva BSD 6235, um deles apontou uma arma de fogo e rendeu um analista de sistema, próximo da Prefeitura de Salto de Pirapora, e roubaram o carro dele, um Civic de cor prata.

    Dois indivíduos entraram no automóvel Civic e fugiram em direção à rodovia Francisco José Ayub (SP 264). O outro indivíduo fugiu conduzindo o Fiat Uno. A vítima do roubo informou o ocorrido. 

    Guardas civis saíram no encalço do veículo Civic e policiais militares fizeram acompanhamento ao Fiat Uno, que foi abordado no início da Estrada do Bairro da Barra, em Salto de Pirapora. A polícia deteve o adolescente que conduzia o Fiat Uno.

Honda Civic causa acidente fatal

    Durante a fuga, o automóvel Civic colidiu na lateral de um veículo Tucson de cor prata, que saia do Condomínio Terras de São Francisco para acessar a rodovia João Leme dos Santos (em frente a entrada do Bairro Ana Guilherme, em Salto de Pirapora). 

    O impacto arremessou para fora do Tucson a adolescente Nicolly Caroline Souza Amaral de 13 anos. A adolescente não resistiu às lesões e morreu. Foram socorridas a condutora do Tucson (H.C.A.S. de 37 anos) e a passageira do Tucson (K.C.S. de 33 anos). 

    Os dois indivíduos que estavam no automóvel Civic sofreram lesões, contudo, saíram do veículo e continuaram fugindo a pé. No interior do veículo Civic eles deixaram o revólver calibre 32 que foi usado para render o proprietário do Civic. Guardas civis de Salto de Pirapora apreenderam o revólver.

    Posteriormente, guardas civis de Araçoiaba da Serra capturaram os dois que fugiam a pé. A captura deles ocorreu pelo Bairro Jundiaquara. Outro adolescente, e o mecânico Luan Freitas de Araújo, 27 anos, residente no Bairro Novo Mundo, em Votorantim. Os dois adolescentes: um reside no Bairro Novo Mundo e o outro é morador do Bairro Itanguá, em Sorocaba. Os três foram apresentados na Delegacia de Salto de Pirapora, e estão à disposição da Justiça. 

    O caso que mobilizou policiais militares, guardas civis municipais e policiais rodoviários, iniciou por volta das 22h45 de quarta-feira (03/02) e terminou na madrugada seguinte. O analista de sistema (V.M. de 31 anos) reconheceu os indivíduos apontados como autores do roubo.
Nicolly Amaral


                    Notícia sem detalhe não é verdadeira, é suposição.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Roubo em residência no Bairro Ana Guilherme, em Salto de Pirapora

    Três criminosos chegaram a pé numa residência no Bairro Ana Guilherme, em Salto de Pirapora e mediante arrombamento do portão invadiram à casa e em seguida renderam a moradora, de lá subtraíram eletrodomésticos, televisor e um carro Ônix de cor branco, com placa de Salto de Pirapora FFF 5149. Os ladrões puseram os aparelhos dentro do automóvel e fugiram. 

O sistema de monitoramento da Guarda Civil Municipal identificou que o veículo Ônix transitou pela Avenida Vicente Leme dos Santos, no Bairro Ana Guilherme e adiante acessou a rodovia Francisco José Ayub, em frente ao Condomínio Terras de São Francisco e seguiu adiante sentido Araçoiaba da Serra ou Sorocaba. O crime ocorreu na madrugada de terça-feira, 29/11.

    O segredo da credibilidade é ser fiel ao fato

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Acusado de molestar enteada de 11 anos é preso pela Polícia Civil de Salto de Pirapora

Policiais Caçador e Jackson Conduzindo Preso na Delegacia 
    Conselho Tutelar apresentou denúncia na Delegacia de Salto de Pirapora que há anos, uma adolescente de 11 anos seria vítima de estupro de vulnerável, e que o autor do delito seria o padrasto da vítima, o indivíduo Leandro dos Santos Melo.

    Ao realizar investigação e empreender diligências a polícia pediu a prisão temporária do suspeito por estupro de vulnerável artigo 217-A do Código Penal. A justiça mandou prendê-lo. Os policiais civis Antonio e Caçador dirigiram-se à residência do suspeito no Jardim Bandeira, na mesma cidade e prenderam Leandro Melo.

    Após capturar o indivíduo, os policiais levaram Leandro Melo para a Delegacia da cidade. Depois do registro de captura de procurado ele seria encaminhado para uma unidade prisional da região. A captura de Leandro Melo ocorreu na segunda-feira pela manhã, 28/11.

    Não dá para viver sem notícia  

Decisão monocrática no TJ-SP impõe nova derrota ao diretor financeiro da Câmara de Vereadores de Salto de Pirapora

    
Evandro Maciel

    Diretor financeiro da Câmara de Vereadores de Salto de Pirapora, Evandro Maciel recorreu ao Tribunal de Justiça-SP contra a decisão da juíza Thais Galvão do Fórum Distrital de Salto de Pirapora, que não homologou o acordo extrajudicial e mandou afastar o diretor financeiro das funções que em tese extrapolam atribuição pertinente ao cargo de diretor financeiro, e de reconhecer prescrição parcial do período, e que seja refeito novo cálculo do montante monetário que Evandro afirma ter direito receber.

    Duas advogadas constituídas por Evandro Maciel formalizaram agravo de instrumento. Elas pediram que o Tribunal-SP determine reanalisar a questão da prescrição e que o cálculo do montante financeiro somente seja apresentado após o julgamento da ação civil na Vara Distrital de Salto de Pirapora. 

    No dia 22 de novembro deste ano, o desembargador Oscild da Lima Júnior da 11ª Câmara de Direito Público reprovou o pedido porque entendeu que a decisão em primeira instância da juíza Thais Galvão não ostenta qualquer ilegalidade. Depois dessa decisão monocrática o diretor financeiro poderá desistir da intenção ou insistir para julgamento de mérito do agravo no Tribunal.

    Leia Abaixo a Íntegra do Despacho   

DESPACHO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 2236272-19.2016.8.26.0000 COMARCA: Salto de Pirapora       AGRAVANTE: EVANDRO MACIEL AUGUSTO AGRAVADA: CÂMARA MUNICIPAL DE SALTO DE PIRAPORA Juíza de 1ª Instância: Thais Galvão Camilher vistos, trata-se de recurso de agravo de instrumento, com pedido de suspensão dos efeitos da decisão copiada a fls. 32/36 que, nos autos da ação ordinária, deixou de homologar o acordo na presente ação de conhecimento, por entender inviável em flagrante afronta ao disposto no art. 37, caput e art. 100 da CF, e por entender que o acordo está eivado de vícios, que beiram a má fé e que deverão ser objeto de apuração pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. 

No mais, reconheceu a prescrição quinquenal das parcelas vencidas há mais de cinco anos, determinando que o autor apresentasse planilha de débito excluindo as parcelas alcançadas pela prescrição quinquenal, corrigindo o valor da causa, que deverá corresponder ao valor do proveito econômico buscado pela parte autora, recolhendo-se eventual diferenças nas custas processuais. 

Por fim, determinou a apuração e afastamento do agravante das funções que não são atinentes a seu cargo, bem como determinou vista dos autos ao Ministério Público para apurar a concessão da gratificação concedida ao autor no ano de 2012. Esclarece o agravante que em 23 de outubro de 2015 propôs a presente demanda com o objetivo de declarar a incorporação das gratificações por função por ele recebidas, bem como os recálculos de todos os seus reflexos. A inicial foi recebida sendo apresentada defesa e posteriormente a competente réplica. 

Em sequencia o juiz a quo determinou que as partes especificassem as provas, bem como se havia interesse na realização de uma tentativa preliminar de conciliação. Assim, as partes não se opuseram a audiência de conciliação sugerida e, realizada audiência, as partes não chegaram a um consenso, porém foi deferido prazo para que pudessem verificar os valores e se realizariam ou não um acordo. No transcurso do referido prazo foi realizado uma perícia a fim de apurar os valores com base no pedido inicial, sendo a negociação pautada pelo mesmo. 

Após o consenso obtido pelas partes foi apresentado ao r. juízo a quo os termos, que estranhamente não foram homologados sobre o argumento de que não seria possível acordo no referido processo, além de ter sido reconhecida a prescrição e determinada a juntada de cálculo, motivo da irresignação. Aduz que as tratativas referentes ao acordo celebrado foram iniciadas pelo r. juízo. Sustenta que, "como é sabido, um valor somente é levantado quanto pago por meio de deposito judicial se houver decisão judicial favorável e ainda a gratificação somente seria paga após a homologação. 

Evidente que se respeitou os princípios que norteiam a Administração Pública, principalmente a moralidade e publicidade". No mais, não houve qualquer irregularidade e, principalmente má-fé quanto a celebração do acordo, este que se frisa só aconteceu por iniciativa e apoio do Judiciário, não sendo possível compreender o posicionamento atual. Alega que o juiz a quo, além de não reconhecer o acordo, ainda de forma antecipada julgou parcialmente a ação reconhecendo a prescrição de parte do pedido utilizando-se da Súmula 85 do STJ, o que não se aplica na totalidade do pedido, pois a base da demanda, conforme se observa da inicial se perfez com base em ser todos os valores referentes a verbas alimentares. 

Assim, permitir a aplicação da prescrição quinquenal sobre todos os pedidos que decorrem a demanda causará ao Agravante grande prejuízo e por consequência ferirá a Carta Magna e demais leis esparsas que protegem e resguardam o trabalhador, principalmente no tocante ao caráter declaratório dos referidos pedidos, estes que pacificamente são considerados imprescritíveis. Por fim, aduz a desnecessidade de apresentação do cálculo, pois a presente ação é de conhecimento, ou seja, pede-se o reconhecimento de um direito com a posterior aplicação ao mesmo, neste tipo de ação não se apresenta cálculos de forma antecipada, pois não se sabe quais os direitos seriam reconhecidos. Requer o efeito suspensivo da r. decisão de fls. 304/308 dos autos originais (fls. 32/36 deste agravo de instrumento) quanto a apresentação de planilha do crédito pleiteado e recolhimento dos valores referentes à diferença e, ao final, o provimento do recurso a fim de reanalisar a questão sobre a prescrição, excluindo-a no caso em questão ou limita-la conforme exposto no presente recurso, bem como que seja apresentado o cálculo após o julgamento da demanda, pois somente assim será possível mensurar todos os valores definidos judicialmente. 

                       Relatório do desembargador 

Não se vislumbra, na hipótese em tela, o preenchimento dos requisitos que ensejariam o provimento jurisdicional requerido, na forma do artigo 1.019, inciso I, do Novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/15). A decisão recorrida, pelo menos nesta estreita via de cognição, merece ser mantida, porquanto não ostenta, aparentemente, qualquer ilegalidade ou teratologia. Desta forma, nega-se o efeito suspensivo pretendido. Intime-se a agravada, nos termos do artigo 1.019, inciso II, do Novo CPC, para que responda no prazo legal; Por falta de previsão legal, dispensada a comunicação ao juízo "a quo" da decisão proferida por este Relator. Após, remetem-se os autos à d. Procuradoria de Justiça para manifestação, nos termos do artigo 1.019, inciso III, do Novo CPC. Faculto aos interessados manifestação, em cinco dias, de eventual oposição ao julgamento virtual, nos termos do art. 1º da Resolução 549/2011, do Órgão Especial deste Tribunal, publicada no DJe de 25 de agosto de 2011 e em vigor desde 26 de setembro de 2011. Intime-se e cumpra-se. São Paulo, 22 de novembro de 2016. Oscild de Lima Júnior Relator.

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Ladrão é levado ao chilindró em Salto de Pirapora

Ele Dentro da Barca da PM
    Indivíduo empunhando uma faca roubou um celular e fugiu. A vítima acionou à Polícia Militar e relatou o crime citando as vestes e as características físicas do ladrão. Os policiais militares realizaram diligência e obtiveram sucesso em localizar um suspeito.

    A polícia abordou o suspeito Marcos Paulo e encontrou com ele oito pinos contendo cocaína. Ele já teria trocado o celular pelos oito pinos de entorpecente. A equipe policial apreendeu as drogas e deteve o suspeito em seguida apresentou o caso na Delegacia da cidade.

    A autoridade policial ratificou flagrante de roubo artigo 157 do Código Penal e porte de entorpecente artigo 28 da lei 11.343/06. Depois do registro Marcos Paulo fora encaminhado ao sistema prisional em Sorocaba. O crime ocorreu sábado à noite, 26/11, pela Avenida Pedro Pires de Melo, em Salto de Pirapora.

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sábado, 26 de novembro de 2016

48 kg de maconha apreendidos e 2 homens presos em Itapetininga


    Policiamento de Força Tática soube por meio de denúncia que um veículo Zafira de cor prata com placa de Itapetininga ATY 4506 era utilizado para transportar droga da Capital Paulista para Itapetininga, e que na sexta-feira, 25/11, o veículo voltaria de São Paulo transportando entorpecente.

    Na sexta-feira à noite, 25/121, os policiais da Força Tática realizaram averiguação para localizar o veículo e obtiveram sucesso em localizar o veículo transitando pelo Jardim Casa Grande, em Itapetininga. Camila Albuquerque Minasli dirigia o Zafira, e no interior do carro estavam Raul Teles Domingues Vieira e Yuri Orcino da Silva.
 

    A polícia abordou o carro e averiguou pelo interior do veículo e não localizou ilícito. Averiguando três celulares deles a polícia viu foto de tijolos de droga e mensagem a respeito do tráfico. 

    As equipes averiguaram na casa de Raul e de Yuri, contudo não encontraram ilícito. Ao intensificar a averiguação, a polícia chegou numa casa em construção pertencente ao suspeito Yuri e lá encontrou 48.060 kg de maconha em formato de tijolos (quarenta e oito quilos e sessenta gramas).


    Os policiais apreenderam a droga e detiveram os três conduzindo-os em seguida à Delegacia de Itapetininga. O delegado Silvan Renosto arrolou Camila como testemunha e prendeu Raul e Yuri por tráfico de droga e associação artigo 33 e 35 da lei 11.343/06. Depois do flagrante ambos foram encaminhados ao sistema prisional da região de Itapetininga.

    A polícia prende; a notícia é com Sorocaba Notícia.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jovem que vendia droga no centro de Salto de Pirapora é levado ao xadrez

Samuel
    Polícia Civil de Salto de Pirapora recebeu informações apontando fortes indícios de que o jovem Samuel Rodrigues de 23 anos, residente no Bairro São Manoel, na mesma cidade, era um dos micros vendedores de droga no centro daquela cidade.

    Ao intensificar o processo investigatório os policiais colheram mais indícios fortes que aqueceram a suspeita. O delegado Gilberto Montenegro Costa Filho pediu à justiça ordem para prender o suspeito temporariamente e ainda realizar busca na casa dele. A justiça acolheu o pedido.

    Na quinta-feira pela manhã, 24/11, policiais civis e militares foram ao Bairro São Manoel e ao entrarem na casa do suspeito localizaram uma sacola contendo cocaína, quantidade suficiente para produzir 90 pinos da substância proibida. Em seguida as equipes prenderam Samuel Rodrigues.

    Indagado a respeito da droga encontrada em sua residência, Samuel Rodrigues assumiu que vendia droga e que ele pretendia vender a quantidade encontrada em sua residência na região central de Salto de Pirapora. Ele fora levado à Delegacia daquela cidade, onde ocorreu o registro de flagrante por tráfico de droga artigo 33 da lei 11.343/06 e depois encaminhado para uma unidade prisional em Sorocaba.

    Aqui a notícia chega chegando  

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Denúncia leva PM localizar quase meio quilo de drogas na casa de um jovem no centro de Salto de Pirapora

    No início da madrugada de terça-feira, 15/11, denúncia anônima informou que um jovem vendia drogas e que o mesmo sofrera acidente e estaria sendo atendido no pronto-atendimento da Santa Casa de Salto de Pirapora.

    Uma guarnição composta por cabo Ferri e sargento Adail foi até à Santa Casa e lá indagou o suspeito Vinicius de Souza Silva, 18 anos. Ele confessou seu envolvimento com venda de entorpecente e relatou aos policiais que as drogas estavam na casa dele, na Rua Antonio Antunes Oliveira, no centro da mesma cidade.

    Os policiais foram na residência dele e apreenderam: 382 eppendorfs vazios, 200 gramas de cocaína a granel, 25 comprimidos de ecstasy, mais 220 gramas de maconha e munições intactas. O jovem Vinicius ainda revelou que sua motocicleta Honda CG de cor preto, placa de Guarulhos-SP GGZ 5950 era dublê. 

    O delegado Gilberto Montenegro Costa Filho mandou recolher a moto para realizar perícia, que poderá identificar a procedência do veículo, e também prendeu o jovem Vinicius por tráfico de drogas artigo 33 da lei 11.343/06 e posse de munições artigo 12 do Estatuto do Desarmamento. Depois do flagrante, Vinicius fora encaminhado ao sistema prisional em Sorocaba.

    A polícia prende; a notícia é com Sorocaba Notícia.