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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Renato Silva confessa na DIG de Sorocaba que assassinou Flávio Sampaio no ano passado

Renato

    Ouvido na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba, o criminoso Renato da Silva, 24 anos, confessou ter assassinado um homem no mês de outubro de 2016. 

    Renato relatou, que ele aproveitou momento em que Flávio Sampaio estava distraído e o atacou aplicando-lhe golpe de estrangulamento, depois de dominar a vítima e ceifar-lhe a vida, Renato amarrou o corpo com cordas em seguida enrolou num saco plástico e lançou num matagal. 

    Depois de cometer o crime, ele pegou o cartão bancário da vítima e conseguiu sacar dinheiro da conta. O latrocínio aconteceu na "Gruta", local conhecido nos meios policiais onde dependentes químicos se reúnem para consumir droga, situado na Rua Maria de Lourdes Ayres Moraes, Jardim Santa Marina, em Sorocaba. 

    Após esta confissão na sexta-feira pela manhã, 24/02, Renato além de responder por ter assassinado sua amásia Leila dos Santos Ferreira, 37 anos, crime cometido na quarta-feira, 22/02, no Parque São Bento, Sorocaba, artigo 121 do Código Penal, ele responderá por latrocínio (matar para subtrair dinheiro da vítima) parte final do Artigo 157 do Código Penal. Leia abaixo  o caso da vítima Flávio Sampaio. 
  
Família de desaparecido encontrado morto em Sorocaba suspeita que o homem sofreu homicídio
   Familiares de um homem que desapareceu no dia 02 de outubro de 2016, e fora encontrado morto na tarde de 17 de outubro (15 dias desaparecido), suspeitam que Flávio Sampaio de 45 anos, pode ter sido vítima de violência.

    O corpo fora localizado envolto em um saco plástico, já em estado de decomposição e estava num terreno baldio, um local conhecido por "Gruta", situado na Rua Maria de Lourdes Ayres Moraes, no Jardim Santa Marina I, em Sorocaba. 

    De acordo com informação da Polícia, o local "Gruta" é conhecido no meio policial como local em que dependentes químicos se reúnem para consumirem drogas. 

    A família da vítima afirma que Flávio Sampaio consumia entorpecente. Uma mulher procurou o irmão da vítima e disse-lhe "seu irmão já era, ele está lá num saco plástico".

  Flávio Sampaio morava com a irmã dele, Maria Cecília Sampaio, na Rua Adilico Romeu Vitoretti, no Jd Casa Branca, em Sorocaba. 

O caso fora registrado no Plantão Policial da Zona Norte de Sorocaba, pelo delegado Francisco Fraga Silveira como morte suspeita. 

    O segredo da credibilidade é ser fiel ao fato  

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