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quarta-feira, 22 de março de 2017

Acordo de cooperação tem objetivo de aprimorar segurança pública em São Paulo

    A Secretaria da Segurança Pública e o Instituto Sou da Paz firmaram um acordo de cooperação para o aperfeiçoamento de ações de segurança desenvolvidas no Estado de São Paulo. A parceria vai aprimorar estudos sobre armas, estupros, roubos de veículos e mortes violentas.
    O acordo publicado sábado, 18/03, no Diário Oficial prevê que o Governo dê apoio administrativo e coordene as atividades já definidas pelo plano de trabalho. Ao instituto caberá executar as ações, com disponibilização de profissionais e pagamento de eventuais despesas.
    A cooperação é válida por 18 meses, podendo ser prorrogada até o máximo de 60 meses, e foi assinada pelo secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, e o diretor do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques.
                              Ações previstas
    O plano de trabalho elaborado pela SSP e pelo Sou da Paz prevê ações para o grupo de trabalho sobre controle de armas apreendidas pelas polícias estaduais. Nesse tema, a parceria buscará contribuir para o desempenho e a reformulação do fluxo de custódia dessas armas.
    O acordo também prevê a reformulação dos protocolos de rastreamento e investigação sobre armas e munições apreendidas, bem como a atualização e o aprofundamento do perfil desse material e a disseminação das novas medidas por meio de treinamentos para os policiais.
    Além disso, a parceria também vai focar o aprimoramento das estatísticas criminais. Em 10 meses, serão produzidos estudos sobre estupros e estupros de vulneráveis, para identificar melhorias e ações de prevenção. O mesmo será feito em seis meses com os roubos de veículo.
    Outra ação importante será uma análise com o objetivo de identificar as diferenças entre as bases de mortes violentas das secretarias estaduais da Saúde e da Segurança Pública. O período previsto para a conclusão do estudo é de oito meses.
    Representantes do Instituto Sou da Paz e da SSP vão confrontar bases de dados do Instituto Médico Legal (da Polícia Técnico-Científica), do sistema de Registro Digital de Ocorrências, que a Polícia Civil usa para registrar boletins, e da pasta da Saúde.
    Reproduzido da Secretaria da Segurança Pública-SP

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