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terça-feira, 28 de março de 2017

Segurança pública ilusória

    O criminoso não sente-se intimidado pelas leis brasileiras, elas são "suportáveis" e por isso o delinquente deita e rola cometendo crimes. A prevenção é responsabilidade da Polícia Militar. Quando ocorre um crime é a prova de que o programa preventivo de segurança pública falhou. Por que falhou? A Polícia não dispõe de elementos suficientes para impedir que o crime ocorra.

    Falta efetivo para atuar nos bairros identificados como regiões de maior índice de crimes, falta programa de inteligência para apontar quadrilhas e bandos, falta armas que responda à altura em caso de eventual confronto com membros do crime organizado. A Polícia deve chegar antes que o marginal se não fizer isso não terá êxito na prevenção 

     Em outros países em que as leis são severas não existem estatísticas de crimes como aqui no Brasil, é uma prova de que leis austeras inibem o criminoso agir e se não inibir o delinquente é recluso por longo período. Entende-se que nossa realidade no quesito segurança pública não sinaliza avanço. Não ouvimos as autoridades brasileiras defendendo mudanças nas leis isso mostra que a segurança pública continuará superada. 

    Há um fator indicando que a fragilidade das leis é responsável pelos índices criminais porque muitos detentos são reincidentes. A punição imposta não recuperou o ex-apenado, ele comete outro crime porque não teme sofrer nova pena pois sabe que em breve será liberado. Rir do Executivo, do Legislativo, da Justiça, do Ministério Público, da Polícia e da sociedade.

    Diante desse quadro de ineficiência e fracasso quem mais sofre é o policial que atua sem recursos e a sociedade que é vítima direta dos marginais. Acima deste quadro geral estão as autoridades fazendo-se de cegas, surdas e falando que desenvolvem programas de combate ao crime. Pura ilusão.

    Merece Reflexão

Um comentário:

  1. Seu raciocínio tem uma falha: muitas das vezes, senão a maioria delas, a Polícia (Militar e Civil), faz seu papel, e pende o marginal. Mas o Judiciário, sempre complacente, solta os "anjinhos", as "vítimas da sociedade"!

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