domingo, 11 de junho de 2017

Desfecho do Crime - Advogado José Cabral e ex-diretor institucional da Câmara de Vereadores de Sorocaba é condenado; quatro comparsas de José Cabral também são apenados


    A justiça mandou para cadeia o advogado José Cabral da Silva Dias e ex-diretor institucional da Câmara de Vereadores de Sorocaba e quatro homens; os crimes a eles atribuídos são: tráfico de drogas e associação para tráfico de entorpecentes artigo 33 e 35 da lei 11.343/06. 

    Fernando Santos Silva, 40 anos, está condenado a cumprir dez anos e dez meses de reclusão e a pagar 1.749 dias-multa ( R$ 62.964,00); Zenilton Francisco de Souza, 34 anos, está apenado a cumprir nove anos e quatro meses e ao pagamento de 1.399 dias-multa (R$ 50.364,00);  Wagner de Souza Nunes, 31 anos, deverá cumprir treze anos de reclusão e pagar 1.220 dias-multa (R$ 43.920,00); Hudson da Silva Pólvora, 35 anos (advogado que atuava na capital paulista), está punido a cumprir oito anos de reclusão e pagar 1.200 dias-multa (R$ 43.200,00); o advogado José Cabral da Silva Dias, 52 anos, deverá cumprir dez anos de reclusão e pagar 1.666 dias-multa (R$ 59.976,00). 

    Na processo, a justiça inocentou o sexto homem acusado pelos mesmos delitos, Vilton César de Souza Nunes. Policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes de Itapetininga prendeu todos em outubro de 2015.  De acordo com a sentença, Vilton César deverá ser posto em liberdade; os outros cinco que sofreram condenação permanecerão presos.

               Relembre o fato   

    Em 21 de agosto de 2015, policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecente, em Itapetininga, efetuaram a detenção de três mulheres sob acusação de tráfico de drogas. 

    Os investigadores apreenderam maconha e cocaína e detiveram em Capela do Alto: Daiane Silva Bitureira, Rosiane Abreu dos Santos e Sheila Pereira Pinto.

    Conforme investigação da polícia, após a detenção delas, os policiais souberam que Fernando Santos Silva, residente em Sorocaba era quem fornecia as drogas, o tal Fernando Silva seria ajustado com o comerciante Wagner de Souza Nunes, que agia em combinação com o mecânico de automóvel Zenilton Francisco. 

    Eles contavam com a atuação do irmão de Wagner de Souza, o comerciante Vilton César de Souza e do advogado José Cabral da Silva Dias, que naquela época era chefe de gabinete do vereador de Sorocaba, Helio Godoy (PRB).

              Conduta individual dos envolvidos

    Mediante ouvirem interceptação telefônica autorizada pela justiça, os investigadores concluíram que Wagner era o responsável pela compra da droga; Zenilton era quem transportava o entorpecente; Vilton, irmão de Wagner era quem mantinha a droga em depósito. Os outros dois: Fernando Silva, apelidado por “Gordo ou Gu” e o advogado José Cabral realizavam contatos com traficantes para negociar a droga.

    Quem comete crime é sujeito a pão de angústia e água de amargura

                    

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