quinta-feira, 13 de julho de 2017

Desfecho do Crime - Cabeleireira Francinete e três comparsas dela são condenados por furto e formação de quadrilha pela Justiça de Salto de Pirapora

Francinete

    O juiz André Rodrigues Menk da Comarca de Salto de Pirapora condenou quatro pessoas responsáveis por furtarem R$ 4 mil e diversos objetos de uma residência situada no Bairro São Manoel, zona rural de Salto de Pirapora; crime cometido em 29 de julho de 2016.

    De acordo com a sentença: Igor Lopes Papst, Giovani Inácio Matias e Everton Vlademir Domingues estão condenados a cumprir 3 anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto (regime que o preso sai da prisão para trabalhar pela manhã e retorna à noite para dormir na cadeia); os três ainda são obrigados a pagar 10 dias-multa (R$ 380,00). 
Giovani


    A cabeleireira Francinete Alves Azevedo está condenada a cumprir 4 anos, 08 meses de reclusão em regime semiaberto e pagar 13 dias-multa (R$ 494,00). O magistrado formou culpa dos acusados entendendo que os quatro cometeram furto qualificado artigo 155 do Código Penal com atos incontroversos de formação de quadrilha artigo 288 do Lei Penal. 

    Francinete e os três comparsas dela estão presos desde 01 de novembro de 2016 (quatro meses após o crime). No dia do crime, a Polícia Militar de Salto de Pirapora e policiais de Sorocaba prenderam os quatro em flagrante e recuperaram objetos. 
Everton


    Dias depois, a Justiça mandou soltar os quatro que residem em Salto de Pirapora. Quatro meses depois, a justiça de Salto de Pirapora acolheu pedido da promotora de justiça e mandou prender os quatro novamente. Todos permanecem presos.
Igor

               Além de presa, Francinete perdeu o carro

    Antes do furto na residência que resultou em sua condenação, a cabeleireira Francinete circulava abordo de seu "carrão" Honda Civic de cor preto, modelo LXS 16V, de 4 portas, placa de Salto de Pirapora DWN 5094 e com isso muitos acreditavam que ela progredia financeiramente. Trabalhava num salão de beleza de destaque na mesma cidade, que era frequentado por pessoas prósperas. Ela era uma pessoa acima de qualquer suspeita de que pudesse cometer crime patrimonial.

    A polícia prendeu Francinete e também apreendeu o carro dela, que foi utilizado para transportar os objetos furtados. O veículo era financiado. Em 12 de abril de 2017, a empresa Aymoré - Crédito Financiamento e Investimentos S/A apresentou no Foro de Salto de Pirapora um pedido de busca e apreensão do carro, porque havia débito de parcelas vencidas (processo de alienação fiduciária). Em quatro dias a justiça mandou apreender o veículo. O carro já fora apreendido e entregue para a financeira.

    Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura

Um comentário:


  1. Qualquer pessoa normal saberá instintivamente que quem espalhou as imagens pela cidade pode ser responsabilizado pela Justiça. Mas temos uma incrível capacidade de achar que se a mesma coisa acontece na internet, tudo bem.

    Mas não pode. Nossa lei é clara a respeito. A imagem de uma pessoa pertence àquela pessoa e não pode ser usada sem autorização do retratado. Ademais, o inciso X do art. 5o da Constituição não protege apenas a imagem: ele protege também a privacidade. Diz ele que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas

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