terça-feira, 18 de julho de 2017

Desfecho do Crime - Mulher que matou cavalo queimado em Pilar do Sul é condenada pela Justiça


    Justiça condenou Kate Cristina de Campos Camargo, porque ela ateou fogo numa baia destruindo totalmente as instalações e matando um cavalo que lá estava.

    O caso aconteceu no Bairro Campestre I, periferia de Pilar do Sul, em 2014. O fato gerou forte comoção popular naquela cidade e outras cidades da região. Dias depois, Kate Cristina, que morava na mesma cidade procurou a Delegacia e assumiu a autoria do crime.

    A justiça de Pilar do Sul condenou a mulher a cumprir 5 anos e 4 meses de reclusão em regime inicialmente semiaberto (trabalhar durante o dia e recolher-se à noite na prisão); a sentença fora embasada no artigo 250 do Código Penal.

    Como ela respondeu o processo em liberdade, a justiça de Pilar do Sul concedeu-lhe direito de apelar em liberdade. Ela apelou. No final do ano passado, o Tribunal de Justiça manteve a condenação, no entanto reduziu a dosimetria para 4 anos e 4 meses e alterou o regime semiaberto para regime aberto. Kate Cristina é procurada pela Polícia. 

    Durante o período da pena ela deverá comparecer ao Foro a cada quatro meses; recolher-se em sua residência até às 22h todos os dias, e não poderá viajar para outro estado sem pedir autorização à justiça.  

            Consequência civil

    O proprietário do cavalo, o Sr. Donizete Antunes Proença ajuizou pedido para a justiça determinar que Kate Cristina o indenizasse por dano moral e material. 

    O juiz Ricardo Augusto Galvão julgou procedente a ação e determinou pagamento de R$ 8.865,10 corrigido com juro de mora 1% ao mês desde a data que ela cometeu a atrocidade contra o animal (2014). 

    Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura  

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