sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Indivíduo que matou o cunhado no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora se apresenta na Delegacia e diz que matou por legítima defesa

Jackson

    O SOROCABANO Jackson Aguiar de Lima, 27 anos,  que reside na Rua 02, no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora, compareceu na Delegacia de Salto de Pirapora acompanhado de advogado para ser inquirido pelo fato de ser apontado como autor dos tiros que resultaram em morte do seu cunhado, Diapaolo Ferreira de Souza, 28 anos, fato ocorrido, na Rua 02, Bairro Cafundó, na noite de 17 de novembro deste ano.

    Ao ser inquirido pela autoridade policial o delegado Gilberto Montenegro Costa Filho, o acusado Jackson Aguiar disse que efetuou os tiros para defender sua integridade física, porque seu cunhado Diapaolo por várias vezes teria proferido ameaças contra ele (Jackson) e sua esposa Fernanda Suelen de Souza, irmã de Diapaolo.

    "Na noite do caso, Diapaolo disse que daquela noite eu não passaria, em seguida Diapaolo entrou num carro e saiu, eu me apossei de um revólver e esperei ele chegar, quando Diapaolo chegou e desceu do carro veio em minha direção com as mãos para trás, então efetuei dois disparos e fugi, disse Jackson".

    Ao ser indagado onde estaria a arma utilizada no crime, Jackson afirmou que perdeu o revólver no momento que correu para fugir do flagrante. Jackson acrescentou que em 2014 ele e seu cunhado Diapaolo estiveram presos por envolvimento com droga, mas Jackson garante que o homicídio não está relacionado com o fato de 2014. Após seu interrogatório Jackson foi liberado. O delegado Gilberto Montenegro vai relatar o inquérito e encaminhar a peça inquisitiva ao Fórum. Tanto o delegado como o promotor(a) de justiça poderão pedir a prisão preventiva do acusado Jackson. 

    Segredo da credibilidade é ser fiel ao fato!

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Detalhes do homicídio no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora

Jackson Aguiar

    SOROCABA NOTÍCIA, ouviu informação digna de credibilidade de uma fonte a respeito da morte violenta ocorrida no final da noite de sábado, 17/11, no Bairro Cafundó, área rural de Salto de Pirapora.

    Dois homens ingeriam bebida alcoólica no interior do "Bar Recanto do Lago" situado no Bairro Portal de Pirapora, de repente os dois iniciaram discussão. O pedreiro Jackson Aguiar de Lima e o trabalhador de serviços gerais Diapaolo Ferreira de Souza prosseguiram discutindo até que Jackson sinalizou ter encerrado a discussão, e saiu do estabelecimento comercial. Diapaolo permaneceu no bar.

    Jackson foi até sua residência na Rua 02, Bairro Cafundó e lá se apossou de um revólver e permaneceu dentro da casa esperando seu desafeto chegar, porque Diapaolo morava vizinho. No momento que Diapaolo chegava em frente sua residência, Jackson saiu de sua casa empunhando a arma e sem falar alguma palavra efetuou tiros contra Diapaolo. Um tiro atingiu o pescoço do desafeto o qual resultou em morte, após ser socorrido na Santa Casa da cidade. Jackson fugiu. 

    O motivo da discussão no momento é desconhecido. Além de vizinho, Jackson é primo e amasiado com uma irmã de Diapaolo, essa união gerou dois filhos. Algumas vezes os dois trabalharam juntos, eles já responderam ação penal por envolvimento com entorpecente e atualmente respondiam ação penal em liberdade. Relembre o caso abaixo. 
Rapaz morre no Hospital após ser atingido por tiros no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora

    CIDADÃO QUE TRABALHAVA DE SERVIÇOS GERAIS, Diapaolo Ferreira de Souza, 28 anos, teria desentendido com um familiar e discutia com o mesmo, quando o desafeto sacou uma arma e disparou tiros atingindo o pescoço de Diapaolo. O autor dos tiros fugiu.

    A vítima foi socorrida por ambulância da Prefeitura e levada ao pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia, em Salto de Pirapora. Um médico atendeu a vítima, no entanto Diapaolo não resistiu os ferimentos e faleceu. 
Vítima
 


    O caso aconteceu sábado por volta das 23h, na Rua 02, em frente ao nº 105, Bairro Cafundó, área rural de Salto de Pirapora. A Polícia sabe o nome do suposto autor da morte violenta. Caso será investigado.

    Segredo da credibilidade é ser fiel ao fato!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Delegado de Salto de Pirapora não dar "moleza" à quem comete crime

Homem da Lei

    GILBERTO MONTENEGRO COSTA FILHO responsável pela Delegacia de Salto de Pirapora demonstra preparo e conhecimento legal em suas decisões; além de conhecer leis, Gilberto Montenegro apresenta coragem e impessoalidade.

    Sorocaba Notícia noticia ocorrências criminais de Sorocaba e 16 cidades da região e além de apurar os casos, observa o entendimento legal aplicado nos registros das ocorrências. É fato que existem àqueles delegados que dependendo da pessoa envolvida na condição de autora eles fecham entendimento abrandando ou amenizando a gravidade do fato. O site sempre observa a qualificação do investigado, do preso e o entendimento legal; nunca revelou isto, mas como é pertinente o faz no momento. 

    O delegado Gilberto Montenegro conhece leis e sabe fundamentar, e sua coragem é admirável e digna de destaque e louvor. O doutor Gilberto de compleição física franzina e expressão verbal educada já prendeu gente em Salto de Pirapora que se fosse outras autoridades talvez não fariam. Com o doutor Gilberto é descartada a possibilidade de não prender por que: "esse é o senhor fulano dono de tal comércio, ou esse é filho ou neto de ciclano". Qualquer pessoa se cometer crime a "cana é brava".  

    Outro ponto observado é que o doutor Gilberto firma sua convicção aplicando o princípio pró sociedade ou seja existindo vítima de crime contra vida ou patrimônio e o doutor entende que a bola é dividida apontando culpabilidade do suspeito, o doutor prende o suspeito e manda ao Fórum. Correta essa postura, e que sirva de exemplo para outros delegados dessa região. 

    Doutor Gilberto costuma dizer o seguinte: "Minha função é exatamente atuar à luz do dever aplicando todos preceitos das leis não atentando quem é o suspeito, um delegado tem a responsabilidade e o dever de investigar e prender; claro que não é uma função simpática existe pessoa que não gosta de ser investigada, eu sei disso; eu faço isso porque foi a função que escolhi"; conclui o delegado. 

   Merece Ovações!