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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Desfecho do Crime - Braço-direito e cunhado de traficante da Zona Norte de Sorocaba é condenado em Sorocaba

Paulo Henrique, Condenado

    JUIZ Mário Mendes de Moura Júnior, da 3ª Vara Criminal de Sorocaba condenou o indivíduo Paulo Henrique de Farias, apontado como braço-direito de um patrão do tráfico na Zona Norte de Sorocaba, a cumprir quase dez anos de reclusão e ao pagamento de multa.

    Na sentença imposta ao criminoso, o juiz impôs-lhe condenação de 08 anos e 04 meses de reclusão e pagamento de 530 dias-multa (R$ 20.670,00) por ter cometido tráfico de drogas artigo 33 da lei 11.343/06 e por porte ilegal de arma artigo 16 da lei 10.826/03 Estatuto do Desarmamento. O magistrado também condenou o criminoso a cumprir 1 ano e 15 dias de reclusão em regime semiaberto, porque cometeu posse ilegal de munições artigo 12 da lei 10.826/03.

    Ainda de acordo com a sentença, permanecerá nas mãos da Polícia Civil de Sorocaba: o carro e as armas que foram apreendidas durante a diligência policial. Após o trânsito em julgado o carro será entregue para a União e as armas serão enviadas ao Exército para destruição delas ou doá-las à Instituição de Segurança Pública ou às Forças Armadas. A sentença foi publicada em 12 de abril deste ano. A mão longa do juiz (oficial de justiça) já foi informar ao preso Paulo Henrique de Farias a respeito da reprimenda. Relembre o caso abaixo.

Braço-direito de patrão do tráfico da Zona Norte de Sorocaba mantinha em depósito 300 Kg de drogas, fuzil e munições
    Policiais do 8º Distrito Policial de Sorocaba identificaram por meio de investigação que Júlio César de Oliveira é patrão do tráfico na Zona Norte de Sorocaba e que seu cunhado, Paulo Henrique de Farias atuava para manter drogas em depósito até que fosse definido destinação dos entorpecentes.

    Os "tiras" souberam o endereço residêncial de Paulo Henrique na Rua Clovis Godoy, Jardim Paulista, em Sorocaba, e que Paulo Henrique utilizava um veículo Corsa para fazer a "correria ilícita", dai então começaram a trabalhar de maneira minuciosa e intensa afim de prendê-lo. 

    Na quarta-feira à tarde, 18/10, os investigadores abordo de uma viatura localizaram Paulo Henrique  no veículo Corsa circulando pelo Parque Vitória Régia. Os policiais abordaram-no e realizaram averiguação pelo interior do carro não encontrando ilícito, contudo, um molho de chaves levantou suspeita. 
Materialidade Delitiva
 


    A polícia indagou-lhe se ele guardava ilícito na casa dele no Jardim Paulista. Paulo Henrique garantiu que não havia ilícito, e concordou para uma varredura no interior do imóvel no Jardim Paulista. A polícia se dirigiu para a casa dele.

    Durante averiguação pelo imóvel, a polícia encontrou dois cadernos com vários apelidos de pessoas e anotação de valores que somados totalizava R$ 1 milhão, a polícia ainda localizou uma nota fiscal em nome de Paulo Henrique citando outro endereço: Rua Tenente-Coronel Carlos de Campos, no Jardim Guarujá na mesma cidade. 

    Indagado a respeito do segundo endereço, Paulo Henrique começou gaguejar e tremer (reforçou suspeita).  Os policiais foram com ele no segundo endereço e como ele era o locatário do imóvel ele tinha as chaves do portão e da casa. 

    Ao abrir o portão e em seguida a porta da residência lá estavam 147 tijolos de maconha, uma balança, material para pesar drogas, munições de diversos calibres, revólver, pistolas, granadas e um fuzil calibre 762. A droga pesou mais de 300 Kg. 

    Diante de toda materialidade encontrada Paulo Henrique acabou confessando como agia; afirmou ainda que todo material pertencia ao seu cunhado Julio César de Oliveira, porém, ele não informou onde o mesmo se encontrava. A delegada Luciane R.B. Tomasigue o prendeu por tráfico artigo 33 da lei 11.343/06 e porte ilegal de arma artigo 16 da lei 10.826/03.

    Segredo da credibilidade é ser fiel ao fato 

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