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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Por que Severino pode ter sofrido homicídio e seu corpo lançado na Represa em Salto de Pirapora?


    PEDREIRO Severino José de Moura, 47 anos, apelidado por "Dunga" separou de sua esposa que reside no ABC Paulista e veio morar sozinho na condição de caseiro de uma chácara no Bairro Portal de Pirapora, em Salto de Pirapora. 

    O Sr Carlos Eduardo Boggi contratou o pedreiro Severino para trabalhar por diária numa construção no Residencial Brinco de Princesa, em Salto de Pirapora.

    O pedreiro Severino contratou o indivíduo Brendon Michel de Camargo, 19 anos, para trabalhar na condição de ajudante de pedreiro. Alguém alertou ao Severino que Brendon não era boa conduta, no entanto Severino não quis dispensá-lo. Severino ingeria bebida alcoolica e consumia droga.

    No dia 20 de março deste ano, o proprietário da chácara, o Sr Carlos Eduardo Boggi identificou que alguém subtraiu de sua chácara equipamentos e 150 metros de fios, somando prejuízo de aproximadamente R$ 5 mil. Especulando a respeito de quem teria cometido o furto, Carlos Eduardo soube que o pedreiro Severino estaria envolvido no furto. De imediato Carlos Eduardo pediu para o pedreiro Severino paralisar a obra.

    Seis dias depois do furto (26/04), Carlos Eduardo procurou a Polícia Militar e comunicou o fato. Os policiais militares Jéferson Luiz e Rodrigo Crozatti foram na residência de Severino e indagaram-lhe a respeito do furto. Severino negou responsabilidade pelo furto e afirmou que seu ajudante Brendon teria subtraído os equipamentos e materiais elétricos. A equipe policial solicitou para Severino indicar a residência de Brendon no Bairro Cafundó.

    Severino entrou na viatura e mostrou onde Brendon reside no Cafundó. Brendon assumiu autoria do furto e citou colaboração de Severino, que teria lhe informado onde os equipamentos e materiais elétricos eram guardados. Brendo disse ainda que trocou os equipamentos por uma motocicleta, e que depois que vendesse a motocicleta repassaria R$ 600,00 ao Severino.

    A polícia solicitou que Severino e Brendon mostrassem onde morava no Cafundó o indivíduo Claudio Moisés de Oliveira Ferreira Rosa, 26 anos, que havia trocado a moto pelos equipamentos e materiais elétricos. Os dois mostraram onde Claudio Rosa mora. Indagado pela polícia, Claudio Rosa confirmou a troca e devolveu a materialidade. Na casa de Claudio também havia simulacro de arma de fogo e munições intactas. Tudo apreendido.

    Apresentado o caso na delegacia de Salto de Pirapora, o delegado Gilberto Montenegro Costa Filho indiciou Severino e Brendon por furto qualificado artigo 155 do Código Penal e liberou os dois para responderem processo em liberdade. O delegado prendeu Claudio Rosa por receptação artigo 180 do Código Penal (flagrante; audiência de custódia).

               Motivos da suspeita de morte violenta

    Depois da prisão de Claudio e indiciamento de Severino e Brendon ouvi-se comentário da "turma da fumaça no Portal de Pirapora" que havia conspiração contra o pedreiro Severino "mesmo que haja processo, isso não será suficiente para evitar que a cabeça do pedreiro Severino seja arrancada". Este comentário não chegou aos ouvidos de Severino.

    Na madrugada de 08 de abril deste ano, ouvi-se alguém chamando o pedreiro Severino em frente à porta de sua residência, minutos depois ouvi-se vozes no interior da residência. Pela manhã Severino não estava em casa. Dois dias depois Severino não atendia chamada pelo celular, e não foi visto mais por amigos nem vizinhos. 

    Quando a Polícia Militar localizou o corpo de Severino na Represa do Portal de Salto de Pirapora, no domingo pela manhã, 15/04, encontrou próximo ao corpo fora da água uma sacola plástica contendo seus documentos e o celular,  e apetrechos de pesca. Severino não gostava de pescar, suspeita-se que os apetrechos próximo ao local onde o corpo estava pode ter sido simulação para descaracterizar homicídio. Existe comentário caloroso no bairro que foram "buscar" Severino em casa.

    Não dá para viver sem notícia    

     

Um comentário:

  1. mais dizer o que,os cara roubam e sao liberados,com essa justiça a gente vai para o brejo,sem condiçoes.

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