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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Desfecho do Crime - Mulher é condenada por lesão corporal em Piedade, outro acusado é inocentado


    MULHER E HOMEM sentaram no banco dos réus em Piedade, quinta-feira, 21/06: Sullien Elaine Pio, acusada de mandar matar João Genésio dos Santos, em novembro de 2016, no Bairro CDHU, em Piedade. 

    Luan Ferreira respondeu acusação de ter participado do crime juntamente com um adolescente, ambos teriam se posicionado em ponto estratégico olhando se aparecia polícia enquanto os outros quatro comparsas espancavam a vítima.

    O promotor de justiça Renato Augusto Valadão acusou Sullien de mandar matar a vítima, que era seu vizinho, e dependente de droga, porque teria desaparecido R$ 900,00 da residência de Sullien, amásia de "João Louco" chefe do tráfico naquele bairro e condenado por homicídio a mais de 20 anos de reclusão, ela suspeitou que João Genésio teria subtraído o dinheiro. Aborrecida, Sullien mandou a galera da "fumaça" dar "corretivo" na vítima. 

    Na noite do crime um tal de "Zica" chamou a vítima para ir na bocada que chegara droga, a vítima foi ao local e sofreu espancamento pelos executores: Tutu, Cobaia, Jhonata e Zica; o adolescente e Luan ficaram olhando se aparecia polícia. 

                                     Júri

    Ao ser interrogado pelo juiz Cassio Mahuad, o preso Luan optou por permanecer calado. Sullien negou ter determinado executar a vítima: "Sou inocente, meu erro foi me apaixonar por uma pessoa errada (João Louco), tenho filhos para criar um deles tem dois anos e nove meses, estou presa há um ano e meio, já clamei por justiça ao ponto de escrever carta do próprio punho na cadeia e encaminhei à juíza dessa comarca". O promotor pediu absolvição de Luan Ferreira, e manteve acusação pedindo condenação de Sullien como mandante do crime. 

    Advogado Eder Fresneda, defensor do Luan concordou com pedido do promotor. O advogado Alexandre Cavarjal apresentou tese de inocência e subsidiariamente defendeu desclassificação de homicídio para lesão corporal artigo 129 do Código Penal. Os jurados deliberaram pela desclassificação. O juiz impôs condenação por sete anos e um mês, em regime semiaberto, e concedeu direito da ré recorrer em liberdade. Os demais envolvidos permanecem presos.

    Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura!

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