terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Polícia Civil de Salto de Pirapora prende o homem que matou o cunhado no Bairro Cafundó


    INÍCIO DA MANHÃ DE TERÇA-FEIRA, 26/02, os policiais civis Antonio, Thiago e Erick foram numa residência na Rua Dois, Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora, e capturaram o sorocabano Jackson Aguiar de Lima, 27 anos, acusado pela morte do cunhado Diapaolo Ferreira de Souza; crime cometido em novembro de 2018.

    Os policiais cumpriram mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Salto de Pirapora. Após ser capturado Jackson Aguiar foi levado para Delegacia daquela cidade e depois encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Sorocaba. Jackson é réu confesso; leia abaixo reportagem a respeito do caso e a confissão dele.

Indivíduo que matou o cunhado no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora se apresenta na Delegacia e diz que matou por legítima defesa

    O SOROCABANO Jackson Aguiar de Lima, 27 anos,  que reside na Rua 02, no Bairro Cafundó, em Salto de Pirapora, compareceu na Delegacia de Salto de Pirapora acompanhado de advogado para ser inquirido pelo fato de ser apontado como autor dos tiros que resultaram em morte do seu cunhado, Diapaolo Ferreira de Souza, 28 anos, fato ocorrido, na Rua 02, Bairro Cafundó, na noite de 17 de novembro deste ano.

    Ao ser inquirido pela autoridade policial o delegado Gilberto Montenegro Costa Filho, o acusado Jackson Aguiar disse que efetuou os tiros para defender sua integridade física, porque seu cunhado Diapaolo por várias vezes teria proferido ameaças contra ele (Jackson) e sua esposa Fernanda Suelen de Souza, irmã de Diapaolo.

    "Na noite do caso, Diapaolo disse que daquela noite eu não passaria, em seguida Diapaolo entrou num carro e saiu, eu me apossei de um revólver e esperei ele chegar, quando Diapaolo chegou e desceu do carro veio em minha direção com as mãos para trás, então efetuei dois disparos e fugi, disse Jackson".

    Ao ser indagado onde estaria a arma utilizada no crime, Jackson afirmou que perdeu o revólver no momento que correu para fugir do flagrante. Jackson acrescentou que em 2014 ele e seu cunhado Diapaolo estiveram presos por envolvimento com droga, mas Jackson garante que o homicídio não está relacionado com o fato de 2014. Após seu interrogatório Jackson foi liberado. O delegado Gilberto Montenegro vai relatar o inquérito e encaminhar a peça inquisitiva ao Fórum. Tanto o delegado como o promotor(a) de justiça poderão pedir a prisão preventiva do acusado Jackson. 

    Segredo da credibilidade é ser fiel ao fato!

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