quarta-feira, 8 de maio de 2019

Pilar do Sul - Mulher é suspeita de ter furtado 80 cheques do patrão e realizado compras diversas com os cheques


    O DESCENDENTE ORIENTAL Roberto Issamu Shoti, residente em São Miguel Arcanjo, era proprietário de uma Lanchonete, situada na Rua Elias Válio, no Centro de Pilar do Sul. Márcia Maria Sicoli, que mora em Cananeia, região periférica de Pilar do Sul, era funcionária de Roberto Shoti. Não se sabe o motivo, Roberto Shoti decidiu encerrar a atividade comercial. 

    Silvia Regina Gonzales Shoti está esposa do comerciante Roberto Shoti. Silvia Regina teria atendido ligações telefônicas cobrando cheques devolvidos pelo Banco Santander de Pilar do Sul. Alguns cheques devolvidos por insuficiência de saldo em conta e outros devolvidos por divergência de assinatura. Por meio de levantamentos, Silvia Regina identificou que os cheques cobrados foram furtados exatamente em período que a lanchonete funcionava. 

    A senhora Tania Aparecida Gonzales é mãe da esposa de Roberto Shoti. A senhora Tania declara-se representante de Roberto Shoti, por meio de procuração assinada por Roberto. Sorocaba Notícia apurou, que no ano passado, a senhora Tania compareceu na Delegacia de Polícia de Pilar do Sul e registrou reclamação que a ex-funcionária de Roberto, Márcia Maria Sicoli teria furtado 80 folhas de cheques e emitidos os cheques em compras diversas. 

    De acordo com a senhora Tania, a ex-funcionária Márcia Sicoli, além de efetuar compras com cheques, Márcia Sicoli teria emitido cheques para quitar parcelas da Padaria do Cabral situada no Bairro Campo Grande, em Pilar do Sul, porque Márcia Sicoli adquiriu a Padria do Cabral. Após alguns anos Márcia Sicoli vendeu a Padaria do Cabral. O delegado Milton Andreoli instaurou inquérito para apurar supostos crimes de furto e estelionato artigos 155 e 171 C.P. 

    No decorrer do inquérito, Márcia fora inquirida pela autoridade policial, Márcia rebateu ter furtado os cheques. Ela alegou que o comerciante Roberto Shoti encerrou o comércio e deixou lá os cheques; ela disse que sugeriu ao comerciante Roberto ir buscar os cheques, porém ele não foi buscá-los. Márcia assumiu que falsificou assinatura do comerciante Roberto e emitiu cheques (confessou culpa). Ela acrescentou ainda que  depois disso resgatou os cheques gradativamente. 

    A fase inquisitiva não está encerrada porque os cheques devolvidos por divergência de assinatura foram encaminhados ao (IC) Instituto de Criminalista para análise de grafia, somente laudo do IC poderá provar que assinatura nos cheques foi feita por Márcia Sicoli. Após receber o laudo do IC o delegado Milton Andreoli deverá relatar o inquérito e enviar o caso ao Ministério Público no Fórum de Pilar do Sul.

    A suposta vítima Roberto Shoti já esteve morando no Japão, atualmente não há informação se ele voltou trabalhar no Japão ou se permanece no Brasil. O fato da sogra declarar-se representante legal dele, faz acreditar que Roberto Shoti estar morando distante.


            Aqui a notícia chega chegando!   

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