sexta-feira, 7 de junho de 2019

Desfecho do Crime - Júri em Piedade condena homens contratados por construtor para matar a esposa, porque ele não queria dividir bens no divórcio


    JÚRI POPULAR quinta-feira, 06/06, reconheceu que três indivíduos são responsáveis pela morte violenta da senhora Rita de Cássia Ayres da Rosa de 47 anos, assassinada na residência dela na madrugada de 13 de agosto de 2017.

    Os jurados acolheram retórica do promotor de justiça Renato Augusto Valadão acusando Thiago Nunes Fonseca, José Antonio Pereira Neto, ambos moradores em Sorocaba e Fabiano de Jesus Fonseca, residente no Bairro Piratuba, em Ibiúna. 

    O juiz Cassio Mahuad impôs condenação de 18 anos de reclusão ao Thiago e José Antonio; e ao Fabiano impôs pena de 15 anos. Os três estão presos. Os defensores deles disseram que pretendem apelação para reduzir a dosimetria (os anos da pena).

               Crime chocou Piedade

     O construtor Benedito Gelson Machado de 49 anos, era esposo da vítima Rita de Cássia Ayres da Rosa, mas segundo consta nos autos do processo o casal vivia separado, e Benedito mantinha relacionamento com Maria Isabela Aparecida da Rosa, que era parente do casal Benedito e Rita de Cássia. A mulher tentava divórcio, porém Benedito não concordava temendo perder parte dos bens.

    Ele tramou mandar matar a esposa, para isso procurou Fabiano de Jesus e ofereceu dinheiro, este indicou Thiago e José Antonio para assassinarem a mulher. Na data do fato, Benedito saiu de casa dizendo que iria ao culto na Igreja Congregação Cristã no Brasil em outro bairro de Piedade. Sua esposa ficou em casa sozinha. Benedito saiu no carro e buscou Thiago e José Antonio e deixou os dois perto de sua residência no Bairro Garcias. 

    Os criminosos entraram na casa dominaram a mulher e amarraram ela com fios elétricos: as pernas, os braços e o pescoço. Ela morreu asfixiada. Eles roubaram objetos para simular latrocínio. Ambos fugiram. Benedito chegou em casa e ao encontrar a esposa morta, ele chamou o irmão e o pai dela. 

    Ao ser inquirido pela Polícia Civil, Benedito acabou confessando seu envolvimento e delatando os nomes dos demais envolvidos. Benedito está preso. Em outra data a Justiça o condenou a cumprir 24 anos de reclusão por ter contratado os três indivíduos para darem cabo a vida da esposa dele. 

    Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura!  

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