quarta-feira, 27 de maio de 2020

Salto de Pirapora - Quem teria entrado na residência da frentista?


    UMA MULHER (fictício Marlene) que reside na Rua  Jacinto Nunes Ferreira, Jardim São Carlos, na periferia de Salto de Pirapora, acionou a Polícia para investigar crime patrimonial na casa dela. Segundo relato da mulher, o vizinho reclamava da falta de emprego, ela compadecida, convidou-o para juntamente com ela trabalhar na reforma e ampliação da cozinha de sua residência. O vizinho aceitou a proposta de empreita.

    A dona da casa trabalha num posto de combustíveis na mesma cidade. Ela saiu de férias do trabalho e iniciou as obras com o vizinho. Durante os trabalhos, a mulher percebeu que o vizinho trabalhava lentamente. Ao fim das obras ela pagou o dinheiro combinado. Por ser vizinho dela, o pedreiro tinha chave da residência. O vizinho soube que a mulher pretendia construir uma área de serviço, mas como ele trabalhava lentamente a mulher pediu orçamento a outro pedreiro. 

    Um pedreiro esteve na residência da mulher para emitir o orçamento da área de serviço. O vizinho viu o pedreiro no local e por meio de mensagem indagou a mulher a respeito da futura obra, mas a mulher não respondeu a mensagem. Dias depois a mulher que mora com a filha de 19 anos, percebeu falta de objetos e produtos de beleza. 

    Segundo relato dela, o ladrão entrou pela porta. A mulher questionou o vizinho pedreiro a respeito do sumiço dos objetos. Ele disse desconhecer o fato. A vizinha procurou a Delegacia da cidade e registrou queixa. A polícia investiga o crime. Declaração da mulher "a polícia tenta identificar se na minha rua existe residência vizinha com monitoramento por meio de câmeras que pode ter registrado momento que o ladrão entrou em minha casa e levou os pertences". 

    Não dá para viver sem notícia!

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