terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Estado-SP - Operação prende 38 pessoas acusadas de pedofilia cibernética

     POLÍCIA CIVIL E MINISTÉRIO PÚBLICO de São Paulo prenderam 38 pessoas em flagrante durante a Operação Debug, deflagrada, na última sexta-feira, 10/12, para combater e prevenir a prática de pedofilia cibernética. As atividades ocorreram em mais de 30 municípios do território paulista e nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. 

    Os trabalhos foram coordenados pelo Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) e pelo CyberGaeco, com apoio de peritos da Polícia Técnico-Científica e todos os Departamentos de Polícia Judiciária do interior de São Paulo. Ao todo, foram mobilizados mais de 400 policiais civis, com apoio de 157 viaturas.

    Ao longo da ação, foram cumpridos 93 mandados de busca e apreensão, que resultaram nas prisões em flagrante e na apreensão de 148 celulares; 156 equipamentos eletrônicos entre CPUs, notebooks e tablets; 612 mídias externas, como pen drives, CDs e HDs; e outros 122 objetos. Também foram recolhidas seis armas de fogo, 26 munições e R$ 99.

    A operação Debug é resultado de mais de 40 dias de monitoramento, com a utilização das mais avançadas técnicas de investigação, que permitiu identificar alvos envolvidos com o armazenamento, distribuição e consumo de pornografia infantil pela internet. 

    O trabalhos em campo no estado de São Paulo ocorreram nas seguintes cidades: São Paulo, Mauá, São Bernardo do Campo, Santo André, Osasco, Taboão da Serra, Cotia, Francisco Morato, Guarulhos, Suzano, Mogi das Cruzes, Campinas, Amparo, Várzea Paulista, Bragança Paulista, Monte Mor, Jundiaí, Atibaia, Itatiba, Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, São Carlos, Bebedouro, Serrana, São José dos Campos, Ubatuba, Presidente Prudente, Apiaí, Porto Feliz, Tietê, Bauru, São José do Rio Preto, Franca e Guararapes. Em Minas Gerais as ordens foram cumpridas em Paracatu, enquanto no Rio de Janeiro nas cidades de Nilópolis e Niterói.

    Os presos nesta operação vão responder por adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. As investigações prosseguem para responsabilizar todos os envolvidos e identificar os responsáveis pela produção desse material.

    Reproduzido da Secretaria de Segurança-SP

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